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		<title>O uso das redes sociais públicas como ambiente de negócios</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 13:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unipartners</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o boom das redes sociais no Brasil, alguns pensaram, inicialmente, que as novas mídias tinham finalidade apenas para o uso pessoal. Desse modo, profissionais de TI logo deram um jeito de bloquear o acesso dos meios dentro das companhias, &#8230; <a href="http://unipartners.com.br/2010/12/o-uso-das-redes-sociais-publicas-como-ambiente-de-negocios/">&#187; Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o boom das redes sociais no Brasil, alguns pensaram, inicialmente, que as novas mídias tinham finalidade apenas para o uso pessoal. Desse modo, profissionais de TI logo deram um jeito de bloquear o acesso dos meios dentro das companhias, motivados a inibir a possível queda de produtividade dos funcionários.</p>
<p>Passado um tempo, esse cenário mudou. Pesquisas mostram que as empresas que permitem a seus funcionários usarem as redes sociais são, em média, 9% mais produtivas do que as que não permitem.</p>
<p><a href="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/12/3376955681_9b50651e44_z1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-416" style="margin: 15px;" title="http://flic.kr/p/5YbVpW" src="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/12/3376955681_9b50651e44_z1-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A princípio, o Orkut abriu larga vantagem como rede social mais popular do Brasil. A rede, que conta com mais de 29 milhões de usuários no país, ainda alcança altos números de acessos. Os usuários entram no Orkut pelo menos uma vez por dia e gastam mais de quatro horas visitando 585 páginas &#8211; em média &#8211; por mês. Já o Facebook carrega números mais modestos. O acesso de seus 9 milhões de usuários brasileiros ocorre em média a cada cinco dias e alcança o time on site de 30 minutos mensais, com 55 páginas sendo abertas por cada único visitante.</p>
<p>A diferença entre essas duas redes é que o Facebook está em fase de franco crescimento no país e aponta números maiores a cada mês. Mas a concorrência não fica por aí. Segundo a <a href="http://www.comscore.com/">comScore</a>, o Twitter tem o Brasil como a maior penetração no mundo, alcançando quase 9 milhões de usuários que representam mais de 23% dos brasileiros conectados. Essa “competição” entre novas redes sociais gera uma rápida demanda de atualizações e aperfeiçoamentos de cada rede pública na web.</p>
<p>Com o aprimoramento dos sistemas e o desenvolvimento de novas ferramentas, começa a surgir uma convergência da utilização dessas redes sociais públicas para um âmbito profissional. Isso faz com que a aplicação da tecnologia da informação – que antes tinha como conceito coibir o uso das redes – se direcione para uma atuação lado a lado com as novas mídias.</p>
<p>A questão é que os processos de marketing e de publicidade das empresas foram diretamente afetados por essa nova tendência, mas as ferramentas próprias das redes ainda não são suficientemente ricas para o uso profissional. Com isso, o setor de TI deve trazer novas soluções inteligentes que permitam a análise e o monitoramento desses novos meios com mais precisão.</p>
<p>Outra interessante maneira de usar as redes sociais profissionalmente é como plataforma de conteúdo acessível. Por exemplo, a empresa possui uma intranet – canal interno – que só é usada para posts de conteúdos oficiais. Porém, a intranet pode usar o YouTube como plataforma de vídeos para seu media center, ou mesmo usar o Twitter para promoções de endomarketing.</p>
<p>Isso gera uma humanização das companhias, onde funcionários passam a sentir vontade de explorar os segmentos da web 2.0 sem preocupar seus supervisores e gerentes quanto à sua produção, pois o uso também será profissional.</p>
<p>A parte boa dessa evolução é o espaço aberto para empresas de middleware. O uso profissional das redes requer o desenvolvimento de novas aplicações e interfaces que interajam harmonicamente com os sistemas. Desse modo, temos uma lacuna no mercado a ser preenchida com certa urgência, o que com certeza gera investimentos no setor.</p>
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		<title>Otimizando a produtividade ambiental com TI</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 16:57:51 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[redução]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao mesmo tempo em que os planos de desenvolvimento limpo para o meio-ambiente aparecem, surgem novas dúvidas. Afinal, como reunir práticas sustentáveis a setores como agricultura, mineração e outras áreas que têm como insumo a extração de matérias-primas da natureza, &#8230; <a href="http://unipartners.com.br/2010/12/otimizando-a-produtividade-ambiental-com-ti/">&#187; Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao mesmo tempo em que os planos de desenvolvimento limpo para o meio-ambiente aparecem, surgem novas dúvidas. Afinal, como reunir práticas sustentáveis a setores como agricultura, mineração e outras áreas que têm como insumo a extração de matérias-primas da natureza, sem que gerem mais agressão ao meio ambiente? Simples, com tecnologia.<br />
<a href="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2510537645_e0f3e04e7b_z.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-400" style="margin: 15px;" title="http://bit.ly/46Tpkf" src="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2510537645_e0f3e04e7b_z-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
A área tecnológica, antes apontada como uma das principais vilãs em consumo de energia, é uma das poucas a conseguir ajudar as empresas a alcançar o desenvolvimento limpo. O que muitas companhias ainda precisam fazer é investir em novas tecnologias e na capacitação de funcionários para poder entender a importância da aplicação dessas ferramentas e de tecnologias emergentes.</p>
<p>Aliando a tecnologia da informação às praticas agrícolas podemos chegar a um coeficiente de aumento da produtividade ambiental jamais imaginado. Com o desenvolvimento de ferramentas que monitorem os domínios simultaneamente, supervisionando e controlando cada propriedade, há mais precisão na produção desses insumos e menos incorporação de áreas ambientais.</p>
<p>Um sistema pode, por exemplo, agir como um banco de dados central que controla as operações e toma atitudes baseadas nos números que sensores externos de supervisão fornecem. Desse modo, a exatidão do controle melhora a performance da produção e evita o desperdício ambiental, obtendo benefícios quantitativos e qualitativos.</p>
<p>Os sistemas devem ser desenvolvidos em torno do principio básico da redução, o principal dentre os três R’s da sustentabilidade (reduzir, reutilizar, reciclar), onde a empresa pode aplicar as ferramentas para evitar o desperdício sem perder qualidade da produção.</p>
<p>A grande tendência é que os produtos relacionados à eficiência energética ganhem popularidade nos negócios. Mas, para isso, é necessário que as empresas percebam que o conceito de sustentabilidade não significa custos adicionais, pelo contrário, é um conceito relativamente barato que, mesmo exigindo um investimento inicial, garante um retorno rápido do capital investido.</p>
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		<title>A tendência da Mobilidade no mundo corporativo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 19:26:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unipartners</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphone]]></category>
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		<description><![CDATA[O final do ano se aproxima e várias listas de tendências em tecnologia para 2011 começam a aparecer nos veículos especializados, como IT Web e Computer World. Uma dessas tendências é a mobilidade, acompanhada pela popularização de dispositivos móveis como &#8230; <a href="http://unipartners.com.br/2010/12/a-tendencia-da-mobilidade-no-mundo-corporativo/">&#187; Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O final do ano se aproxima e várias listas de tendências em tecnologia para 2011 começam a aparecer nos veículos especializados, como IT Web e Computer World. Uma dessas tendências é a mobilidade, acompanhada pela popularização de dispositivos móveis como smartphones e tablets.</p>
<p>Segundo o <a href="http://www.gartner.com/technology/home.jsp">Gartner</a>, empresa americana especializada em pesquisas na área de tecnologia, estima-se que até o final de 2010, cerca de 1,2 bilhão de pessoas ao redor do mundo portarão terminais móveis capazes de acessar aplicações na web e realizar transações de e-commerce. Entre os grandes players de tecnologia, existe uma corrida para lançar aparelhos portáteis e tablets com múltiplas funções, como o iPad, para que as pessoas ganhem cada vez mais mobilidade. A tendência é que os preços desse tipo de aparelho se tornem acessíveis nos próximos anos, e que tenha todas as funções que hoje apenas desktops e notebooks possuem.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-386" style="margin: 15px;" title="http://flic.kr/p/5j79ec" src="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2830322349_647dcd5a94_z-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Pensando nesses aparelhos, muitos serviços já foram adaptados para acesso através de internet móvel, em sites específicos, como redes sociais e <em>banklines</em>. O grande desafio para os players de TI agora é pensar em como soluções focadas em negócios, como sistemas de ERP podem ser adaptadas para estes dispositivos. O uso corporativo dos aparelhos é uma questão bastante discutida, já que facilita muito o trabalho, pela praticidade de se ter acesso a ferramentas de negócios em qualquer lugar. Algumas empresas já se preocupam em desenvolver soluções para seus funcionários que utilizam dispositivos móveis, como a <a href="http://www.xerox.com/news/news-archive/2010/prt-mobile-print-permite-procter-gamble-tecnologia-smartphone/ptpt.html">X</a><a href="http://www.xerox.com/news/news-archive/2010/prt-mobile-print-permite-procter-gamble-tecnologia-smartphone/ptpt.html">erox</a>, que desenvolveu uma solução para a Procter &amp; Gamble, em que documentos podem ser enviados para impressoras diretamente de smartphones.</p>
<p>O mercado hoje se encontra bastante pulverizado e grandes fornecedores buscam outras empresas para complementar suas ofertas. Por isso, a tendência de fusões e aquisições na área é grande. O maior problema é que hoje nem os líderes de TI, nem os fornecedores, sabem ao certo como lidar com essa nova área. Esse mercado tem um potencial de crescimento imenso para os próximos anos, porém, o primeiro passo é um entendimento de como desenvolver soluções móveis que atendam às necessidades corporativas. Assim, o investimento em empresas com esse perfil pode ser fomentado à partir do momento que se destacam em pensar adiante.</p>
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		<title>Holofotes voltados para a sustentabilidade</title>
		<link>http://unipartners.com.br/2010/11/holofotes-voltados-para-a-sustentabilidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 17:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unipartners</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Naturais]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o consumo desenfreado e o esgotamento dos recursos naturais, o planeta entrou em um estado de alerta vermelho. Isso fez a chamada sustentabilidade surgir como uma necessidade global que acabou ganhando força e virou uma mega tendência, não só &#8230; <a href="http://unipartners.com.br/2010/11/holofotes-voltados-para-a-sustentabilidade/">&#187; Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o consumo desenfreado e o esgotamento dos recursos naturais, o planeta entrou em um estado de alerta vermelho. Isso fez a chamada sustentabilidade surgir como uma necessidade global que acabou ganhando força e virou uma mega tendência, não só absorvida pela conscientização humana, mas também pela economia mundial.</p>
<p>Esse entendimento trouxe uma grande mudança no mercado que, agora, empresários e investidores não poderiam mais ignorar: o modelo de desenvolvimento limpo. Com o modelo deixando de ser exceção e virando regra, empresas começam a procurar modos de neutralizar seus impactos sobre a natureza.</p>
<p>Os investimentos no setor de tecnologias verdes cresceram de US$ 900 milhões em 2002 para US$ 8,5 bilhões, em 2008. Durante a recessão de 2009 os investimentos caíram para US$ 5,6 bilhões, mas previsões afirmam que o investimento em tecnologias verdes em 2010 se recuperará e ultrapassará os números de 2009.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-382" style="margin: 15px;" title="http://flic.kr/p/uBMhh" src="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Untitled-11-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Para os investimentos aumentarem, incentivos à sustentabilidade &#8211; como a obrigação dos relatórios de emissão de carbono &#8211; devem aparecer nos próximos anos, o que impulsionará a procura de empresas buscando ajuda da TI. Com isso, o desenvolvimento de novos sistemas que interajam com o modelo sustentável será indispensável para a continuidade do trabalho “verde”.</p>
<p>A introdução desse novo modelo não deve ser vista como um fardo. Com a ajuda das ferramentas, aliadas a um bom plano de gestão, as empresas devem alcançar uma máxima eficiência ambiental e conciliar o crescimento limpo com o crescimento econômico. Sistemas inteligentes podem aumentar a produtividade e otimizar o uso de recursos naturais fazendo da sustentabilidade um objetivo rentável.</p>
<p>A aplicação de TI voltada para a sustentabilidade ajudará diversas áreas distintas. Áreas como economia de energia, controle de produção agrícola, aumento da produtividade ambiental e otimização de transportes, podem se beneficiar muito com novos sistemas desenvolvidos para controle, supervisão e otimização do consumo de recursos naturais.</p>
<p>Acreditamos no desenvolvimento desses novos sistemas para ajudarem as empresas a dar esse passo tão importante para o nosso futuro. Confiamos que, com isso, empresários e investidores criem uma nova ordem onde parte do consumo seja renovável, sem prejudicar os meios naturais.</p>
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		<title>A fragmentação do mercado de TI voltado para Saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 18:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unipartners</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O uso da Tecnologia de Informação em Saúde no Brasil ainda é restrito a alguns centros e áreas específicas. A emissão de resultados de exames de laboratório via internet, por exemplo, é uma das facilidades mais conhecidas. Ela traz benefícios para o &#8230; <a href="http://unipartners.com.br/2010/11/a-fragmentacao-do-mercado-de-ti-voltado-para-saude/">&#187; Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso da Tecnologia de Informação em Saúde no Brasil ainda é restrito a alguns centros e áreas específicas. A emissão de resultados de exames de laboratório via internet, por exemplo, é uma das facilidades mais conhecidas. Ela traz benefícios para o laboratório – pela redução nos custos – e para o paciente, que pode acessar os resultados de qualquer ponto em que encontre uma conexão de internet. É uma relação ganha-ganha. Soluções como essa poderiam ser amplamente utilizadas para facilitar a vida dos funcionários, médicos e pacientes, otimizando os processos de atendimento e operação dos hospitais, clínicas e consultórios.</p>
<p>Uma das grandes dificuldades para a adoção desse tipo de serviço em alta escala é a enorme fragmentação do mercado de Saúde no Brasil. As empresas de saúde são pequenas, assim como as empresas que prestam serviços de TI para hospitais, clínicas e organizações de Saúde em geral. Nesse mercado, cada prestador de serviço utiliza práticas próprias, o que dificulta a sua integração com outras organizações.</p>
<p><img class="size-medium wp-image-354 alignleft" style="margin: 15px;" title="TI em Saúde" src="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/11/img-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></p>
<p>Para superar essa fragmentação é necessária a existência de players que consigam estabelecer padrões e métodos adequados para uma comunicação integrada. Para alcançá-los, o mercado precisa de hubs que dominem uma fatia expressiva do segmento e consigam inserir produtos que atravessem a complexidade das relações na área, deixando um modelo a ser seguido por outras empresas e desfragmentando o mercado gradativamente. O SUS, por exemplo, como a maior fonte pagadora do país, ajuda a definir tendências. A ANS também contribui para a redução da fragmentação através da adoção de padrões. Essas iniciativas são importantes, mas não a ponto de consolidar o mercado.</p>
<p>Ferramentas como o prontuário eletrônico do paciente são de grande valor, mas, por causa da fragmentação, a solução existe apenas em alguns hospitais. O uso mais amplo dessa tecnologia permitiria a redução do número de exames solicitados e aumentaria a qualidade do atendimento realizado provendo informação onde ela é necessária. Imagine que em um atendimento no consultório, o médico tenha à disposição todos os dados anteriores de atendimento e que, mais, ainda, seja alertado para eventuais alergias a medicamentos. Não é um cenário impossível!</p>
<p>Precisamos de idéias inovadoras, que impulsionem o mercado, e o ajude a se consolidar. Afinal, em uma área tão delicada como a Saúde, essa fragmentação precisa deixar de existir, para melhorar os serviços de saúde e, assim, vidas sejam melhoradas.</p>
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		<title>Cloud Computing</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 18:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Unipartners</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o tema é tecnologia, a computação em nuvem é um dos assuntos mais noticiados da atualidade. O termo vem do inglês, “cloud computing”, e faz referência a um modelo de TI, que faz uso da memória e da capacidade &#8230; <a href="http://unipartners.com.br/2010/11/cloud-computing/">&#187; Leia mais</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Quando o tema é tecnologia, a computação em nuvem é um dos assuntos mais noticiados da atualidade. O termo vem do inglês, “cloud computing”, e faz referência a um modelo de TI, que faz uso da memória e da capacidade de processamento de computadores e servidores em rede, conectados e acessados por meio da Internet. Como os arquivos e programas estão localizados na “nuvem”, os usuários podem ter acesso aos seus dados e serviços a qualquer hora e em qualquer lugar que tenha acesso à Internet.</p>
<p style="text-align: left;">
<p><a href="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/11/laptop1.jpg"><img class="size-medium wp-image-344 alignleft" style="margin: 15px;" title="Computing" src="http://unipartners.com.br/wp-content/uploads/2010/11/laptop1-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Os serviços que podem ser prestados por meio da nuvem podem ser divididos em três grandes grupos: IaaS (infraestrutura como serviço), PaaS (plataforma como serviço) e SaaS (software como serviço). IaaS refere-se ao ambiente de processamento (servidores e armazenamento, entre outros) e PaaS está relacionado a serviços de aplicativos e desenvolvimento. SaaS diz respeito aos softwares, que devem atender a necessidades específicas de indivíduos ou empresas, como e-mails, conferências vrituais, automação de processos comerciais, com diversas aplicações.</p>
<p>Para as empresas fornecedoras de tecnologia, este é um mercado de investimento vantajoso, já que a cloud computing está em crescimento, principalmente devido ao desenvolvimento e popularização da Internet de alta velocidade, cuja tendência é se tornar cada vez mais acessível. Já para as empresas contratantes, existem os fatores de praticidade, baixo custo de manutenção e escalabilidade.</p>
<p>Apesar de todos os benefícios desse modelo de serviços, existem ainda muitos desafios no desenvolvimento e no uso de serviços em nuvem. Fornecedores de hardware, software e de serviços devem desenvolver ou adaptar produtos, processos e ferramentas, além de alterar estruturas de suporte e até mesmo redefinir seu público-alvo. Outra grande discussão é quanto à segurança na nuvem. Muitas empresas relutam em adotar a cloud computing, por não confiarem na segurança do modelo. O aprimoramento da segurança dos dados é também um grande desafio para os fornecedores, já que os serviços são globalizados e não são todos os países com legislação específica para regular esse tipo de atividade.</p>
<p>Embora a computação em nuvem ainda seja tratada como tendência para o futuro, grandes players já concentram grande parte dos seus investimentos nessa tecnologia. De acordo com o Gartner, no ano de 2009, a receita mundial de investimento em cloud computing ultrapassou a marca dos US$ 50 bilhões, o que representa um aumento de 21% no faturamento em relação ao ano anterior, ou seja, a cloud computing deixou de ser apenas uma tendência e já é realidade. Cabe às empresas de tecnologia vencer os desafios existentes hoje no modelo, para que estes serviços sejam lucrativos.</p>
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